Aú o capoeirista e o fantasma do farol

“AÚ, O CAPOEIRISTA E O FANTASMA DO FAROL”, DO CARTUNISTA FLÁVIO LUIZ, RETOMA AS AVENTURAS DO INTRÉPIDO HERÓI BAIANO

Álbum financiado por crowdfunding vem recheado de mistério, peripécias e sotaque

A Papel A2 Texto & Arte, editora independente do cartunista Flávio Luiz, acaba de lançar o álbum “Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol”, dando continuidade às aventuras do jovem e valente capoeirista. O primeiro álbum – Aú o capoeirista – lançado em 2008, com o incentivo da Lei Rouanet e adotado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e pelo programa da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (Sala de Leitura), chegou à marca de quase 9000 exemplares vendidos. O novo trabalho segue a mesma linha do primeiro, cheio referências culturais, aventura e bom humor.

Com roteiro e arte do próprio Flávio Luiz, “Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol” nos transporta para o universo de Aú e seus inseparáveis amigos, o também capoeirista Dó e o miquinho Licuri. Dessa vez, Aú deverá investigar o roubo de uma antiga chave, exposta no Museu Náutico que funciona em um dos cartões postais da cidade de Salvador: o Farol da Barra. Corajoso, Aú enfrentará segredos de um passado misterioso e a cobiça de um desonesto vilão, tudo isso envolto pelo belíssimo cenário baiano, do Farol da Barra, em Salvador, à cidade de Praia do Forte, no litoral baiano.

Fantasmas, piratas e tesouros são o tempero dessa narrativa, que homenageia aspectos da cultura negra e da cultura popular, além de honrar a rica história da capoeira. Modos de falar do povo baiano reforçam a simpatia desses personagens tão originais, criados por Flávio Luiz. Aú é um personagem brasileiro, simples, de bom coração e cheio de bravura, que combate com destemor e criatividade toda e qualquer injustiça que cruze o seu caminho.

“Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol” mantém o padrão gráfico e estético europeu dos quadrinhos franco-belgas, como no primeiro número (“Aú, o Capoeirista”). O álbum foi impresso com 48 páginas coloridas, em capa dura e se tornou possível graças à campanha de crowdfunding realizada por Flávio Luiz em conjunto com a Papel A2 na plataforma Kickante. A qualidade se manteve com a participação de mais de 200 colaboradores, que escolheram entre recompensas para todos os gostos — de agradecimentos em redes sociais até o kit das publicações anteriores de Flávio Luiz, passando por caricaturas e páginas originais do novo álbum do Aú.

Flávio Luiz, premiado em diversos salões de Humor no Brasil e no exterior, venceu por duas vezes o Salão Internacional de Humor de Piracicaba, nas categorias cartoon, em 1994, e charge, em 2000. Também em 2000, recebeu o troféu HQMix — Oscar dos quadrinhos brasileiros — com a revista Jayne Mastodonte Adventures #1 e em 2010 com o primeiro exemplar do O Cabra. Aú, o Capoeirista figura (junto com O Cabra, Jayne Mastodonte, Jab, o Lutador e Rota 66) na lista de suas mais importantes criações.

Site do personagem:

www.auocapoeirista.com.br

Site do autor:

www.flavioluiz.net

Serviço

Aú, o Capoeirista e o Fantasma do Farol

Formato: 21,5×29 cm

Autor: Flávio Luiz

48 páginas

Capa dura

Preço de capa: R$ 55,00

Editora: Papel A2 Texto & Arte

ISBN: 978-85-61927-02-8

Maiores informações:

papela2@uol.com.br

 

 

Personagens

Os personagens são criações de Flávio Luiz e compõem o mundo da HQ Aú, O Capoeirista.
Veja abaixo quem são eles:

Jovem capoeirista sempre disposto a ajudar e se envolver em aventuras

au_2

O melhor amigo do Aú

do

Licuri

O mico de estimação do Aú

licuri

Seo Nôga

A tradição e a sabedoria

seu_noga

Dona Aurélia

A boa alma

aurelia

Prof. Bont

O estudioso em apuros

bont

Cesinha

O bad boy mau-caráter

personagem

Maria Pia

A mocinha

pia

História da Capoeira

A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.

Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.

A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.

Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.

A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/historia_da_capoeira.htm

Foto: Danilo Barata

Foto: Danilo Barata

Foto: Rafael Roncato

Foto: Fernando Naiberg

Flávio Luiz

Flávio Luiz Rodrigues Nogueira, 49, é autor de Aú, o capoeirista, O Cabra, Jayne Mastodonte e Rota 66. Vencedor por duas vezes do Salão Internacional de Humor de Piracicaba, nas categorias cartoon em 1994 e charge em 2000. Premiado em diversos salões de Humor no Brasil e no exterior. Autodidata já foi programador visual de blocos na Bahia, diretor de arte em agências de publicidade, ilustrador do extinto jornal Bahia Hoje e do Correio da Bahia. Trabalhou como ilustrador da agencia África. Hoje cuida de suas publicações e realiza trabalhos como free-lancer. Vencedor do 21º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, em 1994, na categoria cartoon e em 2000 na categoria Charge

Autor das publicações:
– Tiras Rota 66 – publicadas de 2000 a 2003 no Jornal Correio da Bahia – Salvador
– Jab, um lutador – publicadas em 1999 de forma independente
– Jayne Mastodonte Adventures – #1, prêmio de melhor publicação independente HQMix 1999, e #2 – publicadas de forma independente
– Os Cafajestes – Quadrinização de peça teatro para a Produtora EP
– O Messias – publicado em 2006 pela Ópera Gráfica – Graphic Novel em parceria com Gonçalo Jr
– Aú, O Capoeirista – publicado em 2008 pela Papel A2 Texto e Arte
– MSP 50 – participação no livro comemorativo dos 50 anos do Mauricio de Souza
– Quebra-Queixo Technorama 3 – participação
– Quebra-Queixo por Amigos – participação
– O Cabra – publicado em 2010, prêmio de melhor publicação independente de HQMix 2011.

Seus trabalhos fazem parte dos acervos do Museu of Cartoon Art – Boca Raton (Flórida, EUA), Gibiteca do Henfil (São Paulo-SP), Word & Pictures Museum (Massachussets, EUA), e do livro, “Uma História do Brasil através da Caricatura” entre outros. Colaborou com as revistas Bundas e Pasquim 21.

Para mais informações, acesse www.flavioluiz.net

Castelo

Céu no Corredor da Vitória

Céu no Corredor da Vitória

Farol da Barra

Farol da Barra

Kangoo

Linha Verde

Linha Verde

Museu Náutico

Museu Náutico

Oceania

Oceania

AÚ, o CAPOEIRISTA

Personagem de histórias em quadrinhos, criado pelo desenhista Flavio Luiz, reflete identidade nacional com histórias de um personagem tipicamente brasileiro.

Aú, o capoeirista é o novo personagem que integra as histórias do livro a ser lançado em outubro por Flavio Luiz, em seis capitais do País, iniciando por Salvador. As histórias, ambientadas na capital baiana, são repletas de aventura, humor e consciência ecológica mostrando o cotidiano do capoeirista mirim Aú e seu inseparável amigo, o macaquinho Licurí. A edição de luxo, em capa dura, será lançada também em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. Por meio do site www.auocapoeirista.com.br o leitor terá mais informações sobre a publicação, os personagens e a história da capoeira no País.

Nascido em 1992, dos traços do premiado cartunista Flavio Luiz, Aú – cujo nome significa um conhecido movimento da capoeira -, começou com o esboço de um típico capoeirista baiano recepcionando uma francesa nas ruas do pelourinho e foi criado por ocasião da exposição Bandes Dessinée – quadrinhos franco-belgas, em parceria com a Aliança Francesa, em Salvador.

Nascia assim a idéia de criar um personagem com características do povo brasileiro. Anos mais tarde, Flavio Luiz desenhou um capoeirista mirim, na época com oito anos. Por meio de sucessivos estudos, esboços e aperfeiçoamento no traço, o personagem se consolidou, ganhou vida e atualmente tem 16 anos.

Segundo Flavio Luiz, o objetivo da publicação de Aú, o capoeirista, é conquistar um público leitor de histórias em quadrinhos carente de personagens tipicamente brasileiros, no cenário das HQ nacionais. “A hospitalidade, a alegria, a criatividade do povo baiano retratada nos personagens servirá para divulgar ainda mais os lugares, ritmos e as diferenças da nossa cultura, principalmente a cultura negra e seu sincretismo”, declara Flavio.

Flavio Luiz tem seus trabalhos reconhecidos no Brasil e no exterior (I Festival Internacional de Cartoon da Suécia, em Malmo com o tema ecologia). Foi ganhador de prêmios em vários salões de HQ, entre eles o importante Salão de Piracicaba (1994 e 2000). Em 2000 recebeu o Troféu HQMix – considerado o Oscar dos quadrinhos no País – com a revista independente Jayne Mastodonte Adventures #1.

A publicação de Aú, o capoeirista, viabilizada com recursos da Lei Rouanet de incentivo à Cultura, é fruto da árdua caminhada do desenhista Flavio Luiz que acreditou na construção de um personagem “heróico” representando a essência do povo brasileiro. “Aú é jovem, forte, educado, hospitaleiro e corajoso. Ele chegou para enfrentar o que for”, afirma, orgulhosamente, Flavio.

Serviço:

Título: Aú, o capoeirista

Álbum em edição de luxo, capa dura.

Formato: 21,5cm x 29cm, em papel couché.

Preço de capa: R$ 40,00

Cróquis

Cróquis

Cróquis

Cróquis

Cróquis

Cróquis

Ladeira do Pelourinho

Cróquis

Lancha

Rua e Casas do Pelourinho

Rua e Casas do Pelourinho

Prédios da Vitória

Prédios da Vitória

Centro da Cidade

Centro da Cidade

Baia de Todos os Santos

Baia de Todos os Santos

Aú na Gibicon #2 (PR)

4 a 7 de setembro de 2014

LOCAL:

Itiban Comic Shop

MuMA - Curitiba/PR

Aú 2 na Monkix (SP)

30 de Agosto de 2014, às 16:00h

LOCAL:

Monkix

R. Harmonia, 150 - Loja 3, 05435-000 São Paulo

Aú 2 na Gibiteria (SP)

23 de Agosto de 2014, às 16:00h

LOCAL:

Gibiteria

Praça Benedito Calixto, 158 - 1º andar, 05406-040 São Paulo

> Pontos de Vendas

Venda Direta

Venda direta para distribuidores, livrarias e escolas:
papela2@uol.com.br

Distribuidoras

Empório do Livro
(11) 3393-1940
pedidos@emporiodolivro.com.br

Leitura Dinâmica
(11) 2195-3664

Curitiba

Itiban Comic Shop
Av. Silva Jardim, 845 – Rebouças
(41) 3232-5367

Rio de Janeiro

Livraria Leonardo da Vinci
Av. Rio Branco, nº 185 – Ed. Marquês do Herval – Subsolo

São Paulo

Gibiteria
Praça Benedito Calixto, 158 – Pinheiros
(11) 3167-4838

Monkix
Rua Harmonia, 150 – Sumarezinho
(11) 2639-9250

Comix Book Shop
Alameda Jaú, 1998 – Cerqueira César
(11) 3088-9116

Salvador

RV Galeria e Gibiteria
R. Barro Vermelho, 32 – Rio Vermelho
(71) 3347-4929

LDM – Livraria Multicampi
Rua Machado de Assis, nº 16, Brotas
(71) 3277-8600/ 3277-8622
loja@livrariamulticampi.com.br